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Está virando rotina: mais um ótimo episódio do 24 Horas! Foi revelado o grande traidor do FBI, tivemos a surpreendente volta do Aron Pierce, mas vamos ao que interessa.
O episódio começa com o drama do Henry. O Primeiro Cavalheiro foi levado para o hospital agonizando com uma bala no peito. Jack avisa à Presidente e ela se desespera. Bill oferece seus préstimos dizendo que pode ajudá-la assumindo a segurança nacional enquanto ela acompanha o marido. Essa, na minha opinião, foi a grande falha do episódio. Imagine: um país que ostenta uma posição de hegemonia perante o mundo, uma superpotência contrata, de forma temporária, um manager para gerenciar a sua segurança. Isso tem nome: terceirização. Foi uma bola fora dos roteiristas, viajaram legal. Bom, mas como não tenho nada com isso e gosto muito do Bill Buchanna, achei o máximo ele ter sido readmitido e, por tabela, trazido a Chloe O’Brian junto. Essa é outra por quem torci muito que voltasse.
Ainda na cena do tiroteio, Jack cruzou informações dos PDA’s dos terroristas mortos e chegou ao endereço de Marika. Quando ela se preparava para encontrar com Dubaku, Jack e Walker invadiram sua casa. O lado cruel e insano de Ike Dubaku foi revelado para a moça, que o conhecia apenas como Samuel, um mero imigrante ilegal.
No FBI, Chloe inicia seus trabalhos botando banca pra cima do chato do Moss. Ele tentou manchar a imagem do Jack falando sobre as mortes de Curtis, Chapelle e da senhora Bauer. Chloe deu um passa fora nele.

Burnett, a ligação entre Dubaku e a banda podre do FBI, armou um plano para eliminar o sangalês, mas ele desconfiou e virou o jogo. Juntou provas contra os traidores, que seriam entregues à justiça caso algo acontecesse com ele ou Marika. Por falar nela, depois das revelações de Jack e Walker sobre as atrocidades cometidas por Dubaku, a moça resolveu cooperar. Ela aceitou se encontrar com o terrorista levando um telefone que seria rastreado.
No hospital, a Presidente Taylor pede que Bill encontre sua filha, Olivia, para informá-la sobre Henry. As duas, havia anos, estavam de relações cortadas. Bill mandou um agente, da sua confiança, pegar a moça. Nada mais nada menos que Aron Pierce, aquele agente que chifrou o Presidente Logan, lembra? Mesmo aposentado, aceitou a tarefa de conduzir Olivia até o hospital. Espero que a participação dele não se restrinja a isso.
Enfim, o grande traidor foi revelado: Sean Heallinger. Desde o começo da temporada, ele apresentou comportamento suspeito. Tão suspeito que passamos a achar que era uma pegadinha dos roteiristas. Mas, enfim, o X-9 era ele mesmo. Entretanto, por um momento, as desconfianças recaíram todas sobre a neurastênica Janis. Ela não conseguiu acessar os arquivos de Chloe e pegou, por meio de chantagem, a chave de acesso do Sean. Foi até o CPD e acessou o link em que Chloe trabalhava. Ela teve tempo suficiente para se inteirar da situação, até que a invasão fosse detectada. Instantes depois, o carro em que Jack e Walker dava cobertura a Marika, foi interceptado pela polícia por causa de um falso alerta federal. Tudo obra de Sean, que ainda avisou Burnett. Esse, por sua vez, avisou a Dubaku.
Mais um episódio que prendeu, do começo ao fim, a atenção de quem assistiu a ele. O possível encontro de Marika e Dubaku ficou como gancho para o próximo episódio, que promete muuuuuuuuuuuito! Quem não aguentar, cooooorra! Rssss
24 Horas - 7x09 - 4:00 p.m.-5:oo p.m. Exibição: 16 de Fevereiro - FOX

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