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Crítica: A Princesa e o Sapo PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Alexsandro Vasconcelos   
Qua, 03 de Março de 2010 02:37

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Animação da Disney dirigida por Ron Clements e John Musker, A Princesa e o Sapo conta a história de uma jovem que tinha como sonho abrir um restaurante e realizar o desejo de seu falecido pai. Porém, um príncipe que visitava Nova Orleans acabou vítima de vudu e foi transformado num sapo. Sob a promessa de realizar o sonho da jovem, o príncipe sapo a convenceu de beijá-lo para que o feitiço se quebrasse, mas não foi bem o que aconteceu.

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Crítica: Amor Sem Escalas PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Alexsandro Vasconcelos   
Dom, 31 de Janeiro de 2010 00:59
amor-sem-escalas-posterBaseado na obra de Walter Kirn, Amor Sem Escalas é uma comédia dramática que trata de relacionamentos interpessoais, acima de tudo. Ryan Bingham (George Clooney) trabalha numa empresa que terceiriza mão de obra para demitir pessoas. O que de mais interessava ao protagonista neste trabalho é o fato de poder voar várias vezes entre as pontes aéreas dos EUA, o que foi ameaçado com a chegada de Natalie Keener (Anna Kendrick) na empresa, que sugeriu que as demissões fossem feitas por videoconferência, eliminando o gasto desnecessário com as passagens. Dirigido por Jason Reitman (Juno).

A primeira impressão que fica ao término de Amor Sem Escalas é a de que esse não é o mesmo filme que vem se destacando nas premiações. Não que o filme do Reitman seja ruim, longe disso, mas só não há motivos para tanto alarde. De fato, os diálogos são um dos melhores já vistos, mas faltou um pouco mais para que esse fosse “o filme do Oscar”. Jason Reitman, em algumas vezes, deixou que Amor Sem Escalas andasse pelo caminho da tradicional comédia romântica blockbuster. Pouquíssimas vezes, claro, mas o suficiente para não torná-lo o que as expectativas indicavam.

O mais forte aqui é o elenco. George Clooney, Anna Kendrick e Vera Farmiga nos proporcionam ótimas atuações em cenas divertidíssimas. E é graças a eles que os diálogos desse filme são o que são. As discussões sobre relacionamentos entre eles rendem ótimos momentos, os melhores do longa. As tiradas hilárias do roteiro também não seriam tão hilárias se não fosse por eles, além de que suas caracterizações – quanto à identidade dos personagens – ficaram bastante convencíveis, especialmente da Anna Kendrick, que fez algo bem longe do MEDÍOCRE [#interna] que ela apresenta na saga Crepúsculo. Uma surpresa, pelo menos pra mim.

Trocando em miúdos, Amor Sem Escalas é a típica comédia “inteligente” que aparece nas premiações e é elogiada pelo público entendedor do assunto, mas não é digno de tanto destaque. É um ótimo filme, mas não merece a cotação mais alta.

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Crítica: Lula, O Filho do Brasil PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Alexsandro Vasconcelos   
Qui, 14 de Janeiro de 2010 03:30
lulaposterBaseado no livro homônimo escrito por Denise Paraná, ‘Lula, O Filho do Brasil’ é uma cinebiografia do atual presidente do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva. No filme, é possível conhecer sua história desde 1945, quando Lula e seus irmãos passavam uma vida sofrida em Caetés - PE ao lado de sua mãe, Dona Lindu. No elenco, nomes como Glória Pires, Milhem Cortaz, Cléo Pires, Lucélia Santos, Antônio Pitanga e Juliana Baroni estão presentes.

Um filme que poderia ter estreado alguns anos mais tarde. Essa é a definição perfeita para ‘Lula, O Filho do Brasil’. Como quase toda cinebiografia brasileira, há certo exagero em mostrar o “herói” que era o protagonista, além de praticamente santificar a Dona Lindu. A história é muito interessante, bem inspiradora, mas deveria ter caído em mãos mais competentes, tanto pelo fraco roteiro quanto pela direção inexperiente de Fábio Barreto.


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Crítica: (500) Dias Com Ela PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Alexsandro Vasconcelos   
Seg, 04 de Janeiro de 2010 02:17

500-dias-com-ela


Dirigido pelo novato Marc Webb, (500) Dias Com Ela é uma comédia romântica atípica que conta a história de Tom Hansen, que teve uma decepção amorosa com Summer Finn, uma linda jovem moderna que não gosta de relacionamentos rotulados. Com diversas críticas à indústria da cultura pop implícitas, o longa foi muito bem recebido pela crítica e elogiado pelo público em geral, o que lhe rendeu duas indicações no Globo de Ouro (Filme e Ator).
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Crítica: Onde Vivem os Monstros PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Diógenes Ternero   
Dom, 27 de Dezembro de 2009 14:01

OVM1

Um dos filmes mais elogiados nos EUA em 2009 e um dos filmes mais esperados do ano de 2010 no Brasil que tem data de estréia para 15/01/2010 é "Onde Vivem os Monstros" e o Portal dos Conquistadores já conferiu e conta para todos vocês tudo sobre esse filme imperdível. A produção infantil é uma adaptação do livro Where The Wild Things Are, de Maurice Sendak. Publicado originalmente em 1963, o livro acompanha Max, um garoto malcriado mandado para a cama sem jantar. No quarto, ele começa a imaginar um mundo exótico, a terra de Wild Things, povoado por criaturas selvagens.

A adaptação ficou por conta de Spike Jonze, o mesmo do divertido "Quero Ser John Malkovich" e que tem a produção assinada por Tom Hanks, Vincent Landay e Maurice Sendak.

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Crítica: Deixa Ela Entrar PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Diógenes Ternero   
Dom, 06 de Dezembro de 2009 17:19
Não é novidade ver hora outra no cinema um filme sobre vampiros, mas a maioria DeixaElaEntrarMontagemnão consegue trazer interesse. Deixa Ela Entrar é um filme que renova o gênero vampiresco com um roteiro sensacional.

O filme é dirigido pelo sueco Tomas Alfredson e com roteiro do também sueco John Ajvide Lindqvist que juntos conseguiram de uma forma fantástica realizar um belo filme sobre vampiros de uma forma nunca vista até agora.

O filme começa com a apresentação de Oskar (Kåre Hedebrant), um garoto de 12 anos que vive com a mãe em um apartamento e que na escola é ridicularizado e sofre com as perseguições maldosas dos outros meninos.

Oskar é um garoto que sofre com a solidão e angústia, na qual sempre resolve seu ódio atacando árvores com uma faca. Sua vida muda quando ele conhece Eli (Lina Leandersson), uma menina que acabou de se mudar para o apartamento e que chama a atenção de Oskar pelo seu jeito misterioso. Os dois formam uma bela amizade conforme os encontros acontecem no jardim durante as noites frias da Suécia. Oskar e Eli acabam se apaixonando.


As cenas violentas do filme é feito de uma forma tão miticulosa e assustadora ao mesmo tempo, que é impossível você não soltar  um sorriso depois de levar um breve susto por causa do suspense. Deixa Ela Entrar é um filme muito bem feito e dirigido que vai entregando aos poucos cenas fantásticas e surpresas que ninguem espera. O final é tocante, intrigante e surpreendente. As atuações de Kåre Hedebrant e Lina Leandersson são memoráveis e muito bem interpretadas.

Deixa Ela Entrar é mais uma obra fantástica de cinema de verdade com criatividade e originalidade e não mais um filme comecial como os americanos gostam de fazer. Falando em americanos, eles já aproveitaram o sucesso e irão produzir uma versão americana do filme que será dirigido por Matt Reeves, diretor do horrível Cloverfield. E falta de criatividade!!!

Enfim, Deixa Ela Entrar (Låt Den Rätte Komma In) é um filme muito bom sobre o mundo dos vampiros, realizado de uma forma incrivelmente espetacular. Vale a pena conferir.

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