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Nos comentários dos últimos episódios, fiz questão de acentuar que não faço parte da turma de decepcionados com o FlashForward. Acho que a série é do primeiro time e vai sobreviver as injustas e chatíssimas comparações com Lost.
O sétimo episódio, depois do piloto, foi o melhor até agora. Começou com a imagem de uma mulher e seus filhos. No final, entenderíamos a ligação dela com um personagem importante da trama. Um dos pontos altos do episódio foi a investigação da origem dos três corpos dos “mãos azuis” encontrados por Demetri e Al. Depois de cruzarem informações chegaram ao nome do Dr. Maurice Raynaud. Demetri, Al e Mark foram a uma das reuniões dos mão azuis lideradas por ele. Para ter acesso ao salão de reuniões, era preciso cumprir uma prova: passar pela roleta russa. Um velho pôs uma arma sobre uma mesa e, estranhamente, Al pegou a arma apontou par o queixo (foto) e apertou o gatilho. Esse foi o primeiro sinal de que algo estava errado com ele.
Dr. Raynaud acabou sendo preso. Seu nome era falso, chamava-se na verdade Jeff Slingerland. Maurice Raynaud existiu de verdade, viveu no século XIX e ficou conhecido por ter descoberto a Doença de Raynaud, que provoca uma coloração azulada em partes do corpo, inclusive as mãos. Jeff acabou confessando que recrutava seu exército de desesperados – os que não tiveram visão – no Mosaico. Disse, sorrindo, a Mark: “Eu não conseguiria sem você”.
Com sua relação em crise, Demetri acabou confessando para a namorada que estava triste porque não teve uma visão no apagão. A moça entendeu e disse não acreditar na confirmação da história. Outro que estava atormentado com o futuro era o Al. Na sua visão, ele descobriu que seria responsável pela morte de uma mulher chamada Célia, que aparece no início do episódio. Para que essa premonição não se se confirmasse, ele resolveu tomar uma atitude drástica. Deixou uma cartinha explicando os seus motivos e decidiu se matar.
Demetri leu a carta e todos correram para o mirante do prédio do FBI e encontraram Al de pé no alambrado. Não adiantaram os apelos desesperados de Demetri. Al pulou e levou consigo a credibilidade das visões. Com ele morto, os que tiveram visões ruins passaram a ter um alento: nem todas as visões irão se cumprir. Mark correu para casa e abraçou Olivia apaixonadamente.
A grande surpresa do episódio, entretanto, estava ligada a visão do Aron. Ele teve um encontro com Mike, amigo da sua filha Tracy. O rapaz levou um canivete que Aron deu para a filha e que aparece em sua visão. Eufórico, ele passou a ter certeza que veria a filha de novo. Maike voltou depois e contou que viu Tracy morrer numa explosão. O episódio terminou com Aron dando de cara com Tracy na sua casa.
Uma última observação: Nicole, a suspeitíssima voluntária do hospital que decifrou o desenho do Bryce, me deixou com uma pulga atrás da orelha. Prestem atenção nessa garota!
Flash Forward - 1x07 - The Gift Exibição: 05 de Novembro - ABC


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Gostei da opinião de vcs, principalm...
Sou apaixonado pela April Ludgate. El...
Olha, Crepusculo é ruim e muito ruim...
Já que todos estão falando de Crepu...
Concordo com a lista, concordo com DB...